enche de cores o mundo

gosto do seu jeito inocente de falar sobre as coisas. tudo fica mais bonito da forma que você fala. mais leve. profundo. e tantas outras coisas que não consigo descrever agora. as palavras saem da sua boca e bailam até os meus ouvidos. gosto como você fala dos seus sonhos de criança. de como você queria mudar a vida das pessoas através da literatura. gosto como você fala da poesia de manoel. sabe, às vezes eu te vejo como uma poesia de manoel. a poesia de manoel é avoada, sonhadora, cheia de miudezas que se tornam grandezas. ler manoel é atravessar um túnel e sair numa cidade onde as insignificâncias significam tanto; sair numa cidade onde as coisas “sem sentido” fazem sentido; é enxergar as pequenezas e enxergar-se como fazedor de amanheceres; ser capaz de puxar das entranhas o que de belo e inocente há no mundo. não sou capaz de descrever.

para cada noite escura há um amanhecer repleto de sol e café quente pra aquecer os sonhos. o menino pegou água na peneira, você pegou sonhos e acho que a ideia de pegar sonhos na peneira faz sentido. deixá-los passar pela peneira não quer dizer deixar ir embora quer dizer deixá-los livres. deixa os sonhos livres, menina. e voa, voa. a tela em branco espera para ser colorida. enche a vida de cores. faz teus contornos, preenche os espaços e não deixa a escuridão dos dias ou das pessoas te inundar. vai, enche de cores o mundo.

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