Clarim

Pássaro que cantas no clarim do vento,

Inflama, contai a dor ou sofrimento?

Dizei-me a clareira, oh misterioso enigma,

É crepúsculo de tomento que dizes?

O fogo de teus olhos ferve, lembra-me que sou mortal,

A quimera fria de tua voz estoica anuncia,

Recebo trémulo vossa resposta que a tanto tempo tenho pedido!

Tu que gritas na noite, na mente e na morte,

Aflito? As florestas para sempre cantam,

Pressinto vossas poesias de inverno,

Serenos frios de doces lembranças.

 

 

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