Réquiem para a ingrata

 

Tentei te escrever algo belo,

Te amei no silêncio perene,

Na chuva de novembro te quero,

Difícil esconder o que sente.

O doce vento da noite

Silenciosos versos sussurram,

Recitam poema escrito, cantam:

Meus versos dependem de ti.

Teus cabelos para mim quero ter,

Sincero falei que te amo,

Aflito peço resposta.

Lembro de teus olhos que me tomam

Os olhos que me conquistaram

Penso neles a cada instante.

Em nada cabe o que sinto,

Tu sabes bem agora,

A quem pertence meu amor.

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