Nunca foi uma poesia

Eu fiz o que não devia fazer,
Devir, palavras, destinos e falas,
Predestino? Talvez.
Entregues a sorte?
Conversas sempre por cartas
Ligações jamais!
Um dia colegas e amigos
Hoje completos desconhecidos.
No meio dessa vazio ausente o que se tem?
A desejo tímido subtendido felicidades,
Eu não tive outra escolha.
Andrea Doria, Sete Cidades
Sabe, já me acostumei
Caminho errado talvez
Mas não me arrependo,
Nada, tudo estava sobre minhas mãos.
O que me mantém agora?
Grito silencioso, estoicismo e niilismo.
Adeus Sófia, a mascara grudou em minha face,
Teus olhos verdes sim, recuso a esquecer,
Sem borrões e soluções a isso escrever.
Como tu viste em teu sonho,
Ah se tu visse o melancólico sob a capina,
Destino irrevogável? Talvez,
No mar de incertezas que fui deixado.
Não juntamos nossos espíritos e corações
Mas sinta e intua,
Não sou uma pessoa ruim e insensível,
Sem razão apenas sou meio atrapalhado
Sozinho no mar de não sentido.

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