Turvo

Peças pálidas de roupa,

verbos amassados.

Alguns goles de um silêncio cálido

descendo a minha garganta,

a ferventar agouras e medos passados.

 

Tantos versos errados,

quantos passos sem fim.

De mim, o que mais resta?

Senão esse senso e essa sede de amar.

 

Há tanto a se ver, e tão perto é o fim.

Poupo-me a poucas palavras,

mas versos escorrem de mim.

6 comentários em “Turvo

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