Aos dilemas

Ah, meu amor.
Sei que conheceras a dor.
Quanto pavor… Desnecessário.
Apenas relaxe!
Faz parte das partes de quem sente ardor.

Ok, meu amor?
Ignore o calor,
Puro receio amador.
Só mais um ciclo continuo do reboliço destino,
Já está para brotar o azul duma nova flor.


Quem foi que lhe disse, amor?
Que nessa terra não há mais sabor?
Eis um infeliz, mentiroso, depressivo e traidor.
Chego e lhe cheiro com um sorriso, um efeito, um detalhe, uma dança,
Presenteio com motivos para recomeçar; se recompor.

E hoje à noite, amor.
Melhore esse humor, corrija o interior,
Com apego afogamos o medo, prometo! Te acompanho por onde for.
Releve e eleve o coração – deixe as lembranças reprimidas nos ares,
Pois nesse mundo devastador, não há mais nada que nos separe!

4 comentários em “Aos dilemas

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