A CARTA DO REI DE PASÁRGADA

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Paulo Henrique  Sampaio

 

Não venham para minha terra,

Não pisem na minha grama.

Os sonhos perdidos não contam mais

Eles eram vividos quando não eram reais.

 

O homem tem que admitir o lugar que é seu

O ouro, a honra e o descanso procurado

é o que se vê diante do espelho,

“ espelho meu “, que na parede ficou  declinado

 

Sonhem em um dia serem melhores

Sonhem em plantar suas própias sementes

com as  mãos que são suas

com o suor  dos corpos seus.

 

E cultivem a cada nascer do sol

a árvore que vai nascendo,

crescendo e pedindo cuidado.

nessa vida que é plantação

 

quem planta e cultiva a própia terra

um dia terá e verá   o fruto do paraíso

e que não tarde essa estação,

e que seja bem vindo esse sorriso!

 

Encarem a realidade

olhando para o mundo  inteiros ,

com a graça de uma criança

façam  o  que disse o poeta,

Façam da queda,  um passo de dança

 

 

Um comentário em “A CARTA DO REI DE PASÁRGADA

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  1. Muito bom. Enfim o Rei de Pasárgada se cansou de receber pessoas que estão de saco cheio de suas vidas e acham mais fácil ir-se embora para Pasárgada. Que todos resolvam seus próprios problemas e que possam ir ao reino levando alegria de viver e vida e não mais desesperança, tédio e problemas.
    Muito bom!

    Curtido por 1 pessoa

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