Antes das seis

Semanalmente me arrasto! E cansado encaro, um novo dia que se inicia.

Matinalmente absorvo abobado, nossas trocas de olhares, no lugar do “bom dia“.

Diariamente espiono seu caminhar (e como não amar?), cheio de beleza e ternura.

Momentaneamente disfarço que reparo, mas escondo o fato, de que já gabaritei tua rua.

Todo despertar destrói sonhos não completados, conseguir realiza-los, é uma das esperanças do dia.

E pensando nos sonhos, teria eu dominado tuas noites, guria?

Deveras lhe consumindo de todas as formas que sinto?

Molhando de paixão teu inconsciente?

Será que minha presença provoque tanto seus instintos?

O que explicaria, teus olhares indecentes?

Na cidade de frios e poluídos, amiúde tímido, não lhe dei valor.

Embalado e treinado no ritmo, vira e mexe esqueço, do meu dever de se impor.

E aleatoriamente a tenho um passo à frente, com fones intrusos dos pelos as roupas,

Da vidraça tu vais embaçada de hálitos, num trilho de ilusão; concorde de pessoas.

Porventura eu devo me aproximar? Pena! Já deu meu horário, também preciso trilhar.

Ainda não sei o seu nome, vou ficar de longe, por não ter o que falar.

Todavia planejo uma forma de contato, com fé certamente falo, na semana que vem.

Papear de cifras a paraísos. Ser o tipo de homem que te faça mais do que bem,

Pena que deixei voar teu lindo sorriso, esperarei passar domingo, e tentarei no próximo trem….

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