Que homem você pediu a Deus?

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A faculdade de poder, antes de qualquer expressão, medir as frases com total exatidão para evitar qualquer tipo de conflito idiota é (em outras palavras) tudo aquilo que uma mulher sã pediu a Deus no pacote de perfil do seu homem. Afinal até Eu, se fosse mulher, gostaria de ter alguém que soubesse (nos momentos certos) o que dizer/aconselhar/encantar/escrever e principalmente o que praticar. E com práticas, falo principalmente de atitudes! Simples surpresas capazes de tornar o Mundo um pouco mais doce, em meio à tamanha rotina infernal que suportamos diariamente. Se o “boy” não fosse capaz de me deixar nas nuvens, jamais sentiria que de fato fui conquistada.

Fernando Pessoa escreveu certa vez: “A maioria pensa com a sensibilidade, Eu sinto com o pensamento! Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar“.

Machos são naturalmente impulsivos… Fato! E como sensíveis, nós nos rendemos aos nossos próprios desejos sujos. E antes de esquentar o forno para raciocinar, já estamos de joelhos. Os motivos são diversos: Poder, dinheiro, sabedoria, controle, etc. Mas todos esses desejos perdem para luxuria e neste ponto as mulheres levam à famosa “vantagem de estar em desvantagem”. Pois se o gênero feminino é o nosso atrativo – quase uma droga –, conseguir manter um relacionamento baseado na fidelidade é quase como carregar consigo uma carteirinha assinada de herói da pátria.

Para homens como Pessoa, como Eu e alguns outros poucos “mutantes”, pensar é a arte de programar a própria vida e as sensações nada mais são do que permissões concedidas a nossa própria natureza imperfeita. Se penso logo existo e se penso então sei o que sinto. Se Eu sei o que sinto, permito-me executar (ou não) meus próprios desejos. Em suma; se tenho o comando, então posso ser fiel.
Agora Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar nada mais é do que um ofício do qual não se pode fugir. É o que basta para a maioria: agir de forma irracional, ou seja, comendo como cães, dormindo como cães, transando como cães e tomando atitudes definitivas como cães. Quanto a este tipo de Sapiens, sozinho não posso fazer nada que de fato traga uma revolução mental, cultural e/ou genética e estou quase convencido de que (talvez) nem Deus consiga realizar tal feito.

O motivo é muito simples: Se existe aquele tipo de mulher que ora na esperança de conhecer parceiros racionais (digo: “mutantes”), há também aquelas que, infelizmente, se satisfazem com os bichos de estimação. Ai Papai do céu não pode fazer muito… A não ser que, ao invés de solicitar um homem nas rezas, as mulheres passassem a orar por um pouco mais de discernimento. Vai ver que nessa selva chamada “Caça ao marido” não são as presas que estão em falta e sim a luneta da arma que está quebrada. Uma vez que o problema estiver corrigido, o tiro será certeiro.

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